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A reconstituição dos
injectáveis de preparação extemporânea, deve ser feita com água para
preparação de injectáveis, cloreto de sódio a 0,9% ou outro solvente
compatível, de acordo com as instruções do fabricante.
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A mistura de medicamentos na
mesma seringa ou na mesma solução de diluição, deve ser evitada
devido a possíveis problemas de incompatibilidade.
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A manipulação dos medicamentos,
deve ser feita em condições assépticas de forma a evitar os perigos
de contaminação microbiológica a que está exposta.
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Devem ser utilizadas
preparações recentes, sendo mais prudente a inutilização de qualquer
solução depois de decorridas 24 horas sobre a sua preparação, a
menos que haja indicações específicas noutro sentido.
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Quando conservadas no
frigorífico, as soluções reconstituídas ou diluídas, devem ser
deixadas atingir a temperatura ambiente antes da sua administração.
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As misturas intravenosas devem
ser examinadas regularmente durante a sua perfusão. Se ocorrer
escurecimento, alteração de cor, cristalização ou qualquer outro
sinal de interacção ou contaminação, a perfusão deve ser
imediatamente descontinuada.
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Os medicamentos não devem ser
agitados de forma vigorosa, mas sim rodados, para evitar a formação
de espuma e de bolhas de ar que ficam no contentor, diminuindo a
quantidade de fármaco a administrar ao doente, salvo se existir
indicação contrária expressa pelo fabricante.
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A utilização de filtros para
remoção de partículas durante a preparação das misturas, origina
normalmente a retenção do fármaco por diversos motivos. No entanto,
situações há, em que a sua utilização deve ser feita, desde que
recomendada duma forma expressa pelo fabricante.
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